O Brasil já teve oito nomes antes do
atual: Pindorama (nome dado pelos
indígenas); Ilha de Vera Cruz, em 1500;
Terra Nova em 1501; Terra dos Papagaios,
em 1501; Terra de Vera Cruz, em 1503;
Terra de Santa Cruz, em 1503; Terra Santa
Cruz do Brasil, em 1505; Terra do Brasil,
em 1505; e finalmente Brasil, desde 1527.
Por que Brasil?
O Brasil recebeu este nome porque nos
primeiros anos de sua colonização era
extraída das matas na costa brasileira a
madeira chamada pau-brasil. Ela era usada
para tingir tecidos
e a cor que produzia era a cor da brasa.
A
parte do México conhecida como
Iucatan vem da
época da conquista, quando um espanhol
perguntou a um indígena como eles chamavam
esse lugar, e o índio
respondeu “yucatan”.
Mas o espanhol não sabia que ele estava
informando “não sou daqui”.
O
rei inglês Eduardo II ordenou em 13 de
abril de
1314 a proibição da
prática do futebol pela população. Em nome
de Deus, Eduardo II afirmou que o futebol
era fonte de “uma grande perturbação” e
que seria vetada sua prática a partir
daquela data “sob pena de prisão aos
transgressores”.
Lampião, também chamado “Capitão”, “Rei do
Cangaço” e “RobinHood dos
Pobres”, fazia
questão de passar uma imagem de homem
caridoso, apesar de sua fama de tirano.
Sanfoneiro, cantador, poeta, muitas vezes
juiz, outras
enfermeiro e dentista, ele tinha o
respeito e a admiração da maioria da
população pobre do Nordeste.
O
presidente brasileiro que mais tempo ficou
no cargo foi Getúlio Vargas, foram 18 anos
e 7 meses. Já o presidente que permaneceu
menos tempo foi Jânio Quadros, com apenas
7 meses.
Durante a Guerra da Secessão, quando as
tropas voltavam para o quartel após uma
batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa
placa imensa “0
Killed” que queria dizer “nenhum
(zero) morto”. Daí surgiu
a expressão
“OK” para indicar que tudo está bem.
O papiro foi o primeiro material produzido
artificialmente pelo homem a partir de
fibras vegetais. Os rolos de papiro
guardavam os hieróglifos, a escrita dos
antigos egípcios representada por
símbolos, e sobrevivem até hoje em
diversos museus.
A Peste
Negra na Europa ocorreu, porque as pessoas
acreditavam que quem tivesse um gato era
uma bruxa. Logo todos os gatos foram
queimados, deixando os
ratos (com as suas doenças) circular
livremente e multiplicar-se.
Em
1152, Leonor, mulher de Luís VII, rei da
França, brigou com ele, sob pretexto de
que o rei rapara a barba. Divorciada,
casou-se com Henrique II, rei da
Inglaterra. Luís VII, não gostou,
principalmente porque lhe foi exigida a
devolução do dote e declarou guerra ao
rival britânico. O conflito passou à
História como a Guerra da Barba.
No
início do advento do cinema, os filmes
coloridos eram pintados à mão, quadro a
quadro, num total de 24 quadros por
segundo de filme. Só em 1960 é que começou
a surgir o filme realmente colorido.
Oliveira, Ramos, Coelho, Ribeiro. São
sobrenomes de origem portuguesa, muito
comuns entre os brasileiros. Fazem
referência a plantas, animais e acidentes
geográficos e podem indicar a presença de
cristãos-novos
na família.
Cristãos-novos são judeus que,
perseguidos durante a Inquisição em
Portugal, foram obrigados a adotar o
catolicismo. Para evitar novas
perseguições, eles mudavam seus
sobrenomes.
Até a
década de 1930, era costume brincar o
carnaval com fantasias e máscaras,
ricamente decoradas com veludo e cetim.
Esse foi um costume introduzido no Brasil,
por influência dos franceses, em 1834.
O
jornal mais antigo que se edita no mundo é
o sueco Post ochInrikesTidningar.
Circula sem interrupção desde 1645, ou
seja, há 355 anos, quando foi criado pela
Academia Real de Letras da Suécia.
Na
China antiga, as meninas eram tão
indesejadas nas classes pobres, que não
recebiam nome ao nascer. Até se tornarem
adultas , eram
conhecidas apenas pelo lugar que ocupavam
na lista numerada de nascimentos: a
primeira, a segunda, a terceira filha etc.
A transferência da capital federal para o
Planalto Central já estava prevista no
artigo 3.º da
nossa primeira Constituição republicana,
de 1891, e foi mantida nas Constituições
de 1934 e 1946. em
comício no dia 4 de abril de 1955, em
Jataí, Goiás, Juscelino
Kubistchek
jurou que iria “cumprir a Constituição” ,
inclusive o esquecido artigo.
Depois que
Adolf Hitler chegou ao poder, na Alemanha
nazista, em 1933, centenas de livros foram
queimados nas universidades alemãs. Obras
do pai da psicanálise, Sigmund Freud, e de
artistas como Paul
Klee acabaram na fogueira por não
se adequarem ao “espírito da nova
Alemanha”.
Em período de
paz, para atender à necessidade de
sacrifícios humanos, vitais para aplacar a
cólera dos deuses, os astecas realizavam
as chamadas “guerras floridas”, com
sentido mais teatral do que destrutivo. Em
comum acordo, dois grupos da confederação
lutavam entre si, numa espécie de torneio
cerimonial, em que o objetivo era
demonstrar coragem e bravura e capturar
adversários com vida,
para oferecê-los como sacrifício.
Os generais
romanos eram extremamente supersticiosos.
Eles só entravam em uma batalha, por
exemplo, quando suas galinhas sagradas,
que estavam sempre por perto, estivessem
com apetite. Se as galinhas não comessem,
eles simplesmente adiavam o confronto.
Algumas
das fontes consultadas:
-Coleção Curiosidades História – Organização
Donaldo Buchweitz,
MW. Editora e Ilustrações, Ciranda
Cultural.
- Reformas
Religiosas, Flávio
Luizeto,
Ed.Contexto.